Todo esforço da equipe de profissionais está em garantir a proteção desses menores e os esforços são empreendidos para viabilizar , no menor tempo possível, o retorno ao convívio familiar, prioritariamente na família de origem e, excepcionalmente , em famílias substitutas.
Nós buscamos a preservar e fortalecer os vínculos familiares e comunitários.
As crianças são encaminhadas pelas autoridades da Infância, os irmãos biológicos não são separados. A organização detém a guarda provisória e excepcional das crianças e adolescentes a ela confiada. No Abrigo são garantidos seus direitos básicos como: alimentação, educação, saúde, lazer e o direito à convivência familiar e comunitária.
Todas as decisões a respeito da criança e do adolescente devem garantir o direito de ter sua opinião considerada. O direito a escuta é garantido nas diversas decisões que possam repercutir sobre seu desenvolvimento e a trajetória de sua vida, envolvendo desde a identificação de seu interesse à participação em atividades na comunidade, até mudanças relativas a sua situação familiar ou desligamento do serviço de acolhimento.
As crianças crescem e aprendem juntas, compartilham responsabilidades, trabalham conflitos e limites da vida cotidiana, na perspectiva de um desenvolvimento integral. As crianças e adolescentes são inseridos no meio comunitário, no qual têm a oportunidade de participar ativamente da realidade local.
Organizamos o ambiente de acolhimento de forma a proporcionar o fortalecimento gradativo da autonomia de modo condizente com o processo de desenvolvimento e aquisição de habilidades nas diferentes faixas etárias.
Nosso programa está embasado nos principais documentos de garantia de direitos da criança e do adolescente, fomentando e fiscalizando o cumprimento da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Crianças, de 1989, e do que prevê a legislação brasileira no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de julho de 1990. Recentemente, o Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária (PNCFC), para que todas as crianças e adolescentes sejam “sujeitos de direitos” em todos os espaços na sociedade. |